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Indústria de material de construção segue otimista

Texto: Redação AECweb

Expectativas de vendas no mercado nacional aumentam. Elevou-se também a pretensão de investimentos

30 de setembro de 2011 - O setor da construção civil no Brasil se mantém otimista no mercado interno, segundo aponta o Termômetro ABRAMAT referente ao mês de setembro. Entre as empresas consultadas neste mês, 64% afirmaram seu otimismo em relação ao desempenho do setor. Para o próximo período de vendas (outubro), o otimismo cresce para 74%, com diminuição da expectativa regular de 36% (setembro) para 26%.

O resultado das vendas de agosto indica que apenas 7% das empresas consideraram ruim ou muito ruim os resultados obtidos. A expectativa pessimista em relação às vendas de setembro é de 0%. Para o mercado externo, a sondagem indicou uma diminuição no otimismo para 40%, 3 pontos percentuais a menos que o mês de agosto. A sondagem indica que 30% estão com expectativas regulares e 30% com expectativas pessimistas. Para o próximo mês de outubro, expectativas otimistas, regulares e pessimistas seguem os mesmos números atuais.

No curto prazo para vendas no mercado nacional, o otimismo instigou o crescimento da porcentagem das indústrias de materiais que pretendem investir nos próximos meses: 77%. Uma alta de 8% em relação ao mês de agosto. Dos pesquisados, 23% não pretendem realizar investimentos no médio prazo. Em igual período do ano passado (set/10) a pretensão de investimentos para os 12 meses seguintes era de 78%.

“Apesar das ações do Governo de conter a inflação e da nova crise mundial, há uma expectativa otimista do setor em função da segunda etapa do Minha Casa Minha Vida e das obras para a Copa do Mundo”, avalia Melvyn Fox, presidente da associação.  Em agosto, 38% das consultadas tinham boas expectativas com relação às ações governamentais para o setor nos próximos 12 meses. Já no mês de setembro, 54% forneceram a mesma resposta de otimismo. Um crescimento de 16 pontos percentuais. Houve, também, uma significativa baixa nas estatísticas de empresas “indiferentes” ao avaliar as ações do Governo Brasileiro para o setor, decaindo de 54%, em agosto, para 47% em setembro.

Fonte: Abramat

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