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Locação e venda mantêm queda

Texto: Redação AECweb

Número de imóveis residenciais alugados em maio foi 3,31% menor do que em abril

08 de julho de 2011 - A locação residencial na cidade de São Paulo teve em maio o terceiro mês de queda consecutiva, enquanto as vendas de imóveis usados apresentaram recuo pelo segundo mês seguido, de acordo com pesquisa, com 476 imobiliárias paulistanas, realizada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

O número de imóveis residenciais alugados em maio foi 3,31% menor do que em abril. Já a venda de imóveis usados apresentou queda de 5,44% no mesmo período.

De acordo com a entidade, a queda no número de imóveis alugados em maio tem como principal motivo o reajuste no valor dos aluguéis novos no mês anterior, que subiu, em média, 5,15% e derrubou a procura. Esse cenário contribuiu ainda para o recuo de 0,74% na média dos valores dos aluguéis contratados em maio.

Segundo o Creci-SP, o aluguel que mais apresentou queda no mês foi o de apartamentos de dois quartos situado na chamada Zona D, que engloba bairros como Tremembé, Penha e Pirituba.

O valor médio passou de R$ 1.638,75 em abril para R$ 1.132,38 em maio (-30,9%).

Já o maior aumento foi verificado em de casas de três dormitórios em bairros da Zona E, como Itaquera, Grajaú e Pedreira: de R$ 883,33 em abril pulou para R$ 1.325 em maio (50%).

A maior procura, porém, foi por imóveis com aluguel de até R$ 1 mil. Essa faixa foi responsável por 57,71% do total de novos contratos. A inadimplência dos inquilinos aumentou 1,74%. Em abril, o índice foi de 4,02%, e subiu para 4,09% em maio.

Vendas

Em relação às vendas, a maior procura (69,13% do total) em maio foi por imóveis com valor médio superior a R$ 200 mil, com 50,21% do total de casas negociadas e 49,79% de apartamentos.

De acordo com o Creci-SP, mesmo com vendas em baixa, os imóveis usados ficaram 4,23% mais caros em maio ante a abril.

A maior alta foi verificada em apartamentos de padrão médio com 8 a 15 anos de construção e situados em bairros da Zona A, como Ibirapuera, Morro dos Ingleses e Moema.

Fonte: Jornal do Commercio - RJ

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