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Minha Casa Minha Vida será prioridade do Ministério das Cidades

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Em seu discurso de posse, Jader Barbalho Filho, novo responsável pela pasta, falou em “resgatar” o programa federal de habitação popular

Vista aérea de casas populares
O programa viabilizou a contratação de 4,2 milhões de casas até 2016 (Foto: Cacio Murilo/Shutterstock)

05/01/2023 | 16:01   Empossado ministro das Cidades na última terça-feira (03), Jader Barbalho Filho destacou que o Minha Casa Minha Vida será uma das prioridades de sua gestão. “O déficit habitacional se tornou ainda mais crítico depois da pandemia e o desmonte do programa foi desastroso para a população carente”, disse o novo responsável pela pasta durante a cerimônia de transmissão do cargo, realizada em Brasília (DF).

Barbalho falou em “resgatar” o projeto federal de habitação popular e salientou que gostaria de ser lembrado no futuro pelas reconquistas sociais.

Ainda de acordo com ele, em 2023 o Minha Casa Minha Vida tem assegurado R$ 10 bilhões (valor operado com recursos do Tesouro Nacional). Criado em 2009, o programa viabilizou a contratação de 4,2 milhões de residências até 2016. Porém, em 2020, foi substituído pelo Casa Verde e Amarela. Já em 2021, os repasses para as construções chegaram a ser suspensos pelo Governo Federal sob a justificativa de problemas orçamentários.

Segundo José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Industria da Construção (CBIC), o Minha Casa Minha Vida representou no passado cerca de 75% do mercado imobiliário residencial no país. Entretanto, essa participação diminuiu e hoje a porcentagem está em 50%. Atualmente, o Brasil tem um déficit habitacional em torno de 5,9 milhões de moradias.

Saneamento

Barbalho também aproveitou a cerimônia de posse para abordar o tema saneamento básico. A pasta pretende incentivar os investimentos privados nos projetos dessa área, levando em consideração as necessidades de cada região. “Vamos somar forças e avançar no que pudermos, pois saneamento é saúde e deve ser levado a sério”, complementou o ministro.

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