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Minha Casa, Minha Vida terá mais 2 milhões de moradias

Texto: Redação AECweb

Ministro do Planejamento disse que governo deve aumentar teto do subsídio. Nova fase do programa deve ser implementada em 2011, afirmou

14 de julho de 2010 - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta terça-feira (13) que o governo planeja construir 2 milhões de moradias na segunda fase do Programa Minha Casa Minha Vida, a ser implementada a partir de 2011. Bernardo disse “ter muita certeza” de que a meta da primeira fase do programa, com 1 milhão de moradias, será cumprida. Até o momento, o programa já contratou cerca de 500 mil imóveis.

“Achamos que o programa [Minha Casa Minha Vida] está indo muito bem. Temos muita certeza de que vamos contratar 1 milhão de casas até o fim do ano. A meta da segunda fase é construir 2 milhões de casas nos próximos quatro anos”, afirmou Bernardo.

Para definir eventuais mudanças na fase dois do programa e acompanhar o estágio atual das ações, Lula reuniu os ministros Márcio Fortes (Cidades), Erenice Guerra (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), além do próprio Bernardo. A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho, também foi chamada para o encontro.

“Fizemos uma apresentação de como se encontra o projeto [Minha Casa Minha Vida], tratamos de eventuais mudanças para a segunda fase e discutimos uma série de medidas de aperfeiçoamento que serão enviadas em forma de projeto de lei para o Congresso aprovar até o final do ano”, relatou Bernardo.

Além das mudanças que serão encaminhadas ao Congresso, o ministro do Planejamento também disse que o Planalto estuda rever o teto do subsídio pago pelo governo às construtoras. “Vai ter que aumentar o teto. Há consenso dentro do governo de que precisa aumentar um pouco. Talvez aumentar o limite de andares de quatro para oito”, disse o ministro.

Depois de duas horas de reunião, Lula pediu esclarecimentos sobre questões pontuais do programa e marcou nova reunião do grupo para a próxima semana. Segundo Bernardo, o governo espera fechar todos os detalhes da segunda fase do programa e do novo teto do subsídio até o final de agosto.

Nova estatal

O ministro comentou ainda a criação de uma nova empresa estatal para atuar no setor de seguros. Pelo texto que o Ministério da Fazenda encaminhou à Casa Civil, os recursos para a nova seguradora virão da União, da venda de ações e de bens públicos. A empresa poderá atuar em qualquer modalidade de seguro. A proposta fez as empresas do setor reagirem.

“As críticas são inevitáveis. Temos que defender a nossa proposta. Acho que o governo está certo de que é correto [criar a nova estatal], porque vai dar mais segurança e vai baratear o seguro no país”, afirmou Bernardo.

Segundo o ministro, a criação da nova estatal será realizada a partir de um projeto de lei que será enviado ao Congresso.

Fonte: G1

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