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Secovi alerta para a importância de fechar negócios com corretores

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Quem compra e vende imóveis se expõe a vários riscos

28 de setembro de 2013 - Nesta semana, comemora-se o dia do profissional que auxilia muitas pessoas a realizarem o sonho da casa própria: o corretor de imóveis. É ele quem conhece o mercado, oferece oportunidades e dá segurança a todo o processo de compra, venda ou locação de um imóvel, desde a fase de anúncio até a entrega das chaves.

“Em média, cada brasileiro adquire apenas um imóvel em toda sua vida. Justamente em razão da excepcionalidade dessa compra, realizar essa operação de forma segura e ancorada em assistência e consultoria profissionais é essencial”, diz Nelson Parisi Júnior, presidente da Rede Secovi de Imóveis, um grupo com mais de 100 agências de imóveis vinculadas ao Secovi-SP (Sindicato da Habitação) que totalizam um time com mais de 2.500 corretores.

O corretor é o profissional com capacidade necessária para prestar todo o trabalho de consultoria. Para Nelson Parisi Júnior, o mercado de imóveis usados tem bons exemplos do quanto o papel desses agentes é importante. “Nas regiões da cidade com grande número de lançamentos, é comum ocorrer um aumento significativo no valor dos imóveis usados. Isso ocorre porque a parte interessada em vender engana-se ao achar que o imóvel usado pode ter o mesmo preço do novo”, explica. “Se o negócio for conduzido por uma imobiliária e seu time de corretores, pode-se ter a certeza de que intervirão para se chegar a um preço justo para ambos os lados do negócio.”, emenda o presidente da Rede Secovi.

Além disso, ao corretor também cabe alertar a quem está comprando ou alugando um imóvel sobre os riscos inerentes – por exemplo, no caso de o bem em negociação ter pertencido a alguém que era proprietário de uma empresa com débitos trabalhistas. “Mesmo depois de o imóvel ter sido vendido, a Justiça pode requerê-lo para garantir o pagamento de eventuais processos em andamento. O bom corretor deve prestar todas as informações ao comprador, sempre e, em casos mais complexos, sempre recomendar as partes que se assessorem com um advogado também.”, alerta Parisi.

Quem anuncia seu imóvel diretamente em jornais ou portais está suscetível à ação de pessoas mal intencionadas, que podem marcar uma visita com segundas intenções – como assaltos e sequestros. Se a intermediação é delegada a um corretor, o cliente tem mais segurança, pois há um filtro feito pela imobiliária.

Tudo isso implica constante aprimoramento e qualificação profissional por parte de quem atua no ramo corretagem. Iniciativa inédita no Brasil, a Rede Secovi lançou a designação Cersim (Corretor Especialista Rede Secovi de Imóveis), a qual qualifica e diferencia os profissionais mais gabaritados do mercado. No fim deste ano, os primeiros corretores já deverão receber esse diploma.

“Não restam dúvidas de que quem quer ter segurança para comprar, vender ou alugar imóveis precisa da consultoria técnica de um corretor. O risco que se corre ao se aventurar sozinho num processo complexo como é o de comercialização de imóveis é imenso”, diz Parisi.

Mudança de perfil - Com a retomada do volume de vendas pelo mercado imobiliário, a profissão viu-se compelida a adequar-se a esse novo cenário. Os corretores de hoje são mais qualificados, têm mais informações, atentam-se para a tecnologia como ferramenta para potencializar negócios e, com isso, têm mais condições para empenharem-se significativamente para a satisfação das necessidades dos clientes.

Segundo o Creci-SP, órgão que emite a indispensável licença para atuar na corretagem de imóveis, mais da metade desses profissionais têm entre 40 e 59 anos de idade, situação diferente daquela constada nas empresas poucos anos atrás, quando grande parte era composta por pessoas com idade superior a 60 anos. Tratava-se de uma carreira que atraía muitos aposentados, pois era vista como um complemento de renda, e não como a principal atividade profissional de alguém.

Hoje, a realidade é outra. As imobiliárias vêm formando uma nova geração de corretores. Atualmente, há jovens que pretendem progredir na carreira, obtendo sucessos profissional e financeiro. Os reflexos dessa dinâmica são notados na formação universitária desses corretores: muitos com ensino superior – com graduações em diferentes áreas, como Economia, Direito e Administração – e até mesmo pós-graduação ou outras especializações.

Vale ressaltar que a entrada de uma nova geração nesse segmento não significou perda de terreno para o pessoal mais experiente. Quem entra nas imobiliárias pode notar uma mescla de gerações. Atuando juntos, os maduros e os mais jovens promovem uma saudável troca de conhecimentos, e assim multiplicam suas chances de atingir a meta que interessa a todos: a concretização dos melhores negócios para quem vende e para quem compra imóveis.

Fonte: Secovi -SP

 

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