Setor de areia e brita reafirma intenção de vender por peso

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Representantes do setor de agregados informaram que suas entidades deverão editar uma cartilha para que o SindusCon-SP divulgue aos seus associados

14 de fevereiro de 2014 - Em visita ao SindusCon-SP em 13 de fevereiro, dirigentes do segmento de areia e brita reafirmaram a intenção de passar a vender os agregados por peso, e não mais por volume. Reiteraram que o limite legal é a capacidade do transporte, portanto não poderá ser aceita carga superior à tonelagem máxima suportada pelo caminhão.

Compareceram o diretor do Deconcic/Fiesp, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio; o presidente do Sindareia, Antero Saraiva Jr.; o presidente executivo da Anepac, Fernando Mendes Valverde, com o diretor Daniel Debiazzi; e Camilo de Lelis Arnaldi, do Sindareia e do Sindipedras.

Receberam os visitantes o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe; o vice-presidente de Tecnologia e Qualidade, Paulo Sanchez, e o coordenador do Comitê de Tecnologia e Qualidade, Jorge Batlouni, acompanhados do superintendente José Luiz Machado.

Os representantes do setor de agregados informaram que suas entidades deverão editar uma cartilha para que o SindusCon-SP divulgue aos seus associados os cuidados e procedimentos a serem observados na aquisição e no recebimento dos materiais.

Segurança - A disposição do setor de agregados de vender por peso e não mais por volume remonta a 2009. Na ocasião, o SindusCon-SP manifestou que qualquer mudança precisaria ser feita com cuidado e segurança, inclusive para não provocar alteração no traço do concreto. Alertou que as construtoras não dispõem de balanças para aferir o peso do material e se dispôs a participar de estudos sobre o tema.

O assunto voltou a ser discutido entre os fornecedores e o SindusCon-SP em 2012, na sede do sindicato. Na ocasião, o SindusCon-SP propôs que fossem atacados os problemas que envolvem o fornecimento de areia e brita, de modo que as construtoras não sejam fraudadas e recebam efetivamente os volumes contratados.

Fonte: Sinduscon – SP