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Setor de construção reage nos Estados Unidos

Texto: Redação AECweb

Mês de março registra primeiro aumento nos gastos desde setembro do ano passado

05 de maio de 2009 - Os gastos com construção nos Estados Unidos aumentaram 0,3% em março em relação a fevereiro, interrompendo cinco meses seguidos de queda, segundo dados divulgados ontem, em Washington, pelo Departamento de Comércio. Este aumento surpreendeu analistas, que estimavam uma nova queda nos gastos, de 1,3% a 1,7%.

A taxa anual sazonalmente ajustada chega a US$ 969,7 bilhões. É o primeiro aumento nos gastos desde setembro do ano passado. Na comparação com março de 2008, os gastos caíram 11%. Para fevereiro, foram revisados para queda de 1%, de retração de 0,9% informada anteriormente.

Com construção residencial, os gastos caíram 4,1% em março, para US$ 265,85 bilhões. A queda é inferior à registrada em fevereiro, de 5,6%, segundo dado revisado. Em relação a março de 2008, os gastos com construção residencial cederam 33,3%.

Os gastos com construção fora do setor residencial subiram 2% em março em relação a fevereiro, uma vez que os investimentos para a construção de instalações educacionais e de energia elétrica subiram e os investimentos para construção de escritórios permaneceram estáveis.

Já os valores relacionados ao setor privado caíram 0,1% em março, para US$ 661 bilhões, enquanto os do setor público cresceram 1,1% em março, para US$ 308,7 bilhões.

BANCOS

O Bank of America, maior banco dos EUA, informou ontem que não planeja levantar US$ 10 bilhões em ações ordinárias, conforme antecipou a imprensa norte-americana. A instituição, que recebeu US$ 45 bilhões em ajuda do governo, é visto por analistas como um dos mais sérios candidatos a recorrer ao aumento de capital, após a divulgação, na quinta-feira, dos resultados de testes de estresse feitos pelo governo norte-americano.

Rumores dão conta de que o Wells Fargo e o PNC Financial também estão entre os bancos que precisarão levantar mais capital, a não ser que consigam persuadir autoridades de que seus resultados foram satisfatórios. Dezenove bancos passaram pelo teste de estresse, que tem a intenção de checar se têm capital suficiente para resistir à recessão. Os bancos receberam resultados preliminares semana passada. A divulgação oficial será quinta-feira.

Fonte: Jornal do Commercio - RJ

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