Banner AECweb
menu-iconPortal AECweb

Telhado e fachada do Museu Nacional começam a ser restaurados

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

A expectativa é que as obras nas fachadas sejam encerradas até setembro de 2022, quando será celebrado o Bicentenário da Independência

Museu Nacional
A identidade visual da fachada será preservada (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

17/11/2021 | 10:12 – As obras de restauração do Museu Nacional entraram em uma nova fase na última sexta-feira (12), com o início da recuperação dos telhados e das fachadas do bloco 1. De acordo com o projeto, está prevista a consolidação das alvenarias de pedra, mistas e de tijolos maciços autoportantes e dos vãos de portas e janelas. Além disso, serão recuperadas as ferragens, esquadrias, gradis, portas e demais materiais essenciais à restauração do equipamento cultural tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A identidade visual da fachada será preservada; já os telhados receberão algumas peças transparentes que permitirão o aproveitamento da luz natural nos ambientes internos.

No evento que marcou o começo dos trabalhos, Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional, falou sobre a importância de devolver o empreendimento para a sociedade o mais rápido possível. “Com a confiança de que os trabalhos serão conduzidos de maneira articulada com o desenvolvimento dos projetos de arquitetura, restauro, paisagismo e museografia, com apoio nacional e internacional”, destacou. A expectativa é que as obras nas fachadas sejam encerradas até setembro de 2022, quando será celebrado o Bicentenário da Independência.

Denise Pires de Carvalho, reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), comentou durante a solenidade que as equipes do museu e dos escritórios técnicos da universidade atuam com resiliência e comprometimento desde as primeiras atividades de resgate.

Incêndio

O incêndio de setembro de 2018 que destruiu o Museu Nacional foi classificado por Alexander Kellner como um dos episódios mais tristes e dramáticos da história científica e cultural do país. "Estamos aqui hoje virando a página. O museu fica em um dos locais mais belos da cidade e do Estado. Aprendemos, da pior forma, mas aprendemos. Temos a chance de construir uma instituição que sirva de referência e modelo, não só no Brasil, mas na América Latina”, disse.

x
Gostou deste conteúdo? Cadastre-se para receber gratuitamente nossos boletins: