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Embora o nome seja fulget (pronuncia-se fulgê), esse material chegou ao Brasil na década de 60 como alternativa às pastilhas para revestimento de fachadas de edifícios. Foi somente em 1998 que passou a ser usado como piso, por ser antiderrapante e atérmico (ou seja, não retém calor).

É bastante parecido com o granilite, mas como não tem resina de acabamento, o aspecto do fulget é mais irregular e poroso. O piso fulget é indicado para áreas externas, com tráfego intenso de pessoas e/ou carros - como ao redor de piscinas, garagens, jardins, pátios, escadas e varandas - , e para revestir paredes, muros e fachadas de edificações residenciais ou comerciais. é encontrado em diferentes tonalidades e com granulometrias variadas.

Vantagens e desvantagens do fulget

O material é antiderrapante, seguro, durável e fácil de aplicar e limpar. Além disso, apresenta excelente aderência. O ponto negativo do fulget é que, por ser monolítico, moldado sobre o contrapiso, ele está mais sujeito a trincas. Para reduzir os riscos são indicadas as juntas de dilatação. Contudo, não há garantia total de que as trincas não irão aparecer.

Como aplicar o fulget

A aplicação tanto para piso quanto para fachadas deve seguir os passos abaixo. A única diferença é que no fulget aplicado em fachada é adicionada cal, que funciona como um ligante, para que o material "grude" na parede. Já no piso, que necessita de maior resistência, são usados apenas agregados e cimento.

  • Misturar os agregados de calcário (granito, mármore etc.) ao cimento, formando uma massa.
  • Espargir a massa sobre o contrapiso, que deve ter, no mínimo, 3 cm de espessura.
  • Cilindrar (passar um cilindro) na superfície para deixá-la mais uniforme.
  • Lavar com jato d`água.

Dica:

O ideal é que o fulget seja aplicado sobre um contrapiso novo para que eles se fundam e curem juntos, garantindo, assim, maior resistência e aderência.