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Vendas de material de construção ficaram equilibradas em abril

Vendas de material de construção ficaram equilibradas em abril

Índices se mantiveram no mesmo patamar de abril de 2014. Diferente da comparação com março, que houve queda de 9%

As vendas do varejo de material de construção se mantiveram estáveis em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já com relação a março, o setor teve retração de 9%. Os dados são do estudo mensal realizado pelo Instituto de Pesquisas da Universidade Anamaco com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil, Anfacer, Afeal e Siamfesp. O levantamento ouviu 530 lojistas das cinco regiões do país entre os dias 27 e 29 de abril e a margem de erro é de 4,3%.

De acordo com a pesquisa, no primeiro quadrimestre do ano, as vendas estão 3% superiores ao mesmo período do ano passado, ainda influenciadas pelo desempenho de março. A retração em abril, no entanto, ocorreu em estabelecimentos de todos os portes e em todas as regiões, sendo com menor intensidade no Sudeste (-3%) e nas lojas menores (-2%) e com maior intensidade no Sul (-16%) e nas grandes lojas (-19%).

Entre os segmentos pesquisados no mês, cimento foi o de maior queda (-6%), seguido por telhas de fibrocimento (-4%), metais e louças sanitárias (-3%). Já a categoria de revestimentos cerâmicos cresceu 4%, seguida por fechaduras e ferragens (2%). Tintas manteve o patamar de março.

Ainda de acordo com o estudo, 30% dos lojistas entrevistados pretendem fazer novos investimentos nos próximos 12 meses, com destaque para o Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Também diminuiu o pessimismo do setor com relação às ações do governo, mas ainda continua alto (passou de 57% para 52%). Cerca de 20% dos lojistas ainda se mostram otimistas.

Apesar dos resultados no mês, a Anamaco mantém a expectativa de crescer 6% sobre o ano passado, quando o setor bateu recorde de faturamento histórico de R$ 60 bilhões. “Mantemos a nossa expectativa inicial, mas sabemos que os meses de maio e junho costumam ser meses mais fracos em vendas. O segundo semestre, no entanto, é sempre mais forte e é nesse período que historicamente vendemos mais todos os anos”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

Ele ressalta que o setor de material de construção tem uma característica diferente dos demais setores do país: “O nosso segmento depende dos 58 milhões de domicílios existentes no Brasil e que demandam manutenção e reforma por conta de seu uso e desgaste natural. As lojas de material de construção são responsáveis por quase 80% do material de construção vendido no nosso país e ainda estamos tentando mensurar o impacto da crise hídrica e do aumento das contas de energia em todas as regiões do país”, completa o presidente da Anamaco.

Com o aumento das contas de energia elétrica em todo o país, tem crescido a procura por aquecedores solares nas lojas do setor. “São produtos que reduzem o consumo de energia elétrica em até 90% e têm um retorno sobre o investimento que varia entre 18 e 36 meses. Na prática, eles ainda garantem a água quente do banho até mesmo em casos de falta de energia e já vêm sendo utilizados há algum tempo nas unidades familiares construídas pelo Minha Casa Minha Vida. Ao mesmo tempo, tem crescido a procura por lâmpadas de LED e chuveiros elétricos economizadores e os a gás”, declara Conz.

O risco iminente de racionamento de água, também causou uma corrida dos consumidores às lojas de material de construção em busca de caixas d’água e formas de armazenamento. “Aos poucos, esses consumidores estão descobrindo que podem economizar água de outras formas, como, por exemplo, trocando a bacia de privada antiga por uma que utiliza menos litros de água na higienização. A descarga é responsável por cerca de 35% do uso de água em uma residência e hoje já temos produtos que utilizam de 3 a 6 litros de água em uma higienização, ao contrário dos fabricados antes de 2002, que consomem até 5 vezes mais água por descarga. Ainda é cedo para mensurarmos esse impacto, mas esses setores estão crescendo”, finaliza o presidente da Anamaco.

Fonte: Anamaco

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